sábado, 14 de fevereiro de 2015

Sexta feira 13 - Cristãos devem acreditar nisso?



Estudo sobre a sexta feira 13


   Muitas pessoas temem a Sexta feira 13. Alguns procuram evitar passar  debaixo de escadas, ou cruzar com um Gato Preto.

  Mas, esta superstição surgiu  a partir de relatos  ocorridos em diversas culturas muito antes de Cristo. Para termos uma noção;  o Código de Hamurabi foi criado 1700 a.C. e  permanece até 282, mas a cláusula 13 foi abolida  por superstições.


                                   
 Por que a sexta-feira 13 é considerada o dia de azar?

      
Existem histórias da mitologia nórdica sobre isso.  Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 13 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia compareceu, mas não havia sido convidado e armou uma briga que culminou na morte de Balder, o predileto dos deuses.

      Disso  veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar seria desgraça. Algumas pessoas acreditam que se convidarem 13 pessoas para um jantar é uma também azar, simplesmente porque os conjuntos de mesa são apenas 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.

      Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a friday;  sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, Friga passou a reunir-se, todas as sextas-feiras, com outras 11 feiticeiras, mais o próprio Satanás, num total de 13 participantes, para rogar pragas sobre a humanidade. Da Escandinávia, a superstição espalhou-se por toda a Europa, reforçada pelo relato bíblico da Última Ceia, quando havia 13 pessoas à mesa, na véspera da crucificação de Cristo que  teria acontecido numa sexta-feira. No Antigo Testamento judaico, inclusive, a sexta-feira já era um dia problemático desde os primeiros seres humanos. Eva teria "oferecido a maçã"  a Adão numa sexta-feira e o grande dilúvio teria começado no mesmo dia da semana.

     Outra explicação sobre essa data remonta do período do rei Felipe IV  na França. Ele acreditava que havia uma conspiração contra ele, resolveu se filiar à prestigiada ordem religiosa dos Cavaleiros Templários, que, por sua vez, mas ela  recusou sua entrada na corporação.  Felipe ficou ensandecido e segundo relatos, ordenou que fosse feita uma  perseguição aos templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307. 

  
 E o que a bíblia diz sobre acreditar em superstição?


"Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu voo, assim a maldição sem  causa não virá".

(Provérbios 26 :2)

"Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor". 

(  Isaías 54:17)


 "Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda". 

( Salmos 91:10)

 Vejamos os textos de : João 20:19, Mateus 28:1-10, Atos 19:11-20, Romanos 8:1-17,  Gálatas 5:16-26.  A palavra de Deus nos fortalece para não permitir que coisas como crendices  adentrem nosso coração, ela mesma garante que a maldição não vem sem causa. Aquilo que a bíblia condena devemos ficar alertas para não  cometer tal ato ou atitude.  Deus nos abençoa na sexta feira 13, 14 ou 15 e etc. Vimos que até a mitologia nórdica está envolvida na origem desta crença, que possamos provar tudo pela palavra de Deus, pois só assim saberemos o que agrada ou não a Deus.

Evangelista Marcelo Macedo e Gislaine Alves de Oliveira

 



 

Carnaval - O cristão deve comemorar ? Vejamos à luz da palavra

Estudo sobre o Carnaval 



Origem :

O Carnaval é, exclusivamente um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas. Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval. Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa.
Outros procuram no latim a explicação para o vocábulo:
carnelevamen depois carne, vale ("adeus, carne"). Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.

História

A origem da festa em si é também desconhecida. Uns advogam o culto de Ísis, outros as festas em honra de Dionísio, na Grécia clássica, outros ainda as bacanais, lupercais e saturnais, festejos romanos de grande licenciosidade e uso de máscaras, como, aliás, nas anteriores. Alguns não recuam tanto no tempo e apontam as suas origens para as festas dos doidos e dos inocentes da Idade Média. Cada uma em particular ou todas assimiladas na tradição acabaram por criar a tradição do Carnaval e os seus matizes ou formas regionais.
Depois, na Idade Média ainda, outras festas anunciavam já o Carnaval, apesar da Igreja não apreciar muito, ainda que tolerasse e não criasse barreiras institucionais ou morais incontornáveis. O papa Paulo II, no século XV, por exemplo, permitiu, em Roma, a Via Lata, um desfile alegórico de carros, com batalhas de confetes e lançamento de ovos, para além de corridas de cavalos ou de corcundas, entre outros folguedos. Mas todas estas festas populares grotescas foram "polidas" pelo Renascimento e pela Reforma   Católica, acabando-se com a violência e ousadias públicas. O tétrico e o macabro, por outro lado, substituem o caráter de festa de "bobos" daqueles folguedos medievais.
Surgem as danças da Morte e suas representações cênicas, os bailes de máscaras, promovidos pelo papado, decadente, do século XVI, que rapidamente se difundiram por Itália e França. Aqui se manteve até ao século XIX, quando ganha um novo vigor. Em Inglaterra ganhou também popularidade este tipo de baile (como o de 1884 promovido pelo Real Instituto de Pintores e Aquarelistas, em que os pintores ingleses se mascararam de mestres do Renascimento ou de figuras da realeza européia). Perdia em festa "bufa" e de rua, ganhava em elegância, alegoria, ordem e requinte artístico, para além de tocar agora as classes mais abastadas, antes arredadas dos festejos populares.
Bailes e desfiles organizados tomavam, na Europa Ocidental, o lugar das turbas de gente estilizada e aos gritos. Este "novo" Carnaval europeu surgiu em fins do século XIX e meados do XX, sobrevivendo ainda hoje, como por exemplo em Nice ou Munique.

O carnaval no Brasil

Mas, Carnaval, dizem alguns, só há um: o do Brasil, e mais concretamente o do Rio de Janeiro. Até meados do século XX, o Carnaval - que assume várias facetas, conforme a cidade - era ainda o colonial e monárquico, com reminiscências das festas de entrudo levadas pelos colonos e imigrantes, majoritariamente portugueses. As pessoas, de forma violenta, atiravam umas às outras cal, farinha e água, num intuito de besuntar ou molhar quem passava. No Rio, tudo isto foi proibido em 1904, gerando polemicas e contestação entre o povo. Depois, alimentando uma tradição anterior, ganharam dimensão festiva os zé-pereiras de herança portuguesa, entre o povo, e os bailes em teatros, hotéis ou casas particulares, fazendo-se eco das festividades que começavam a ser moda na Europa na quadra. Como exemplo ficou célebre os bailes do Teatro Municipal, no Rio, entre 1930 e 1975. Os bailes, entretanto, popularizaram-se rapidamente, ganhando em animação e cor, com muita música. Música que ganhou contornos próprios na quadra, com ritmos, letras e melodias específicos. Da marcha Abre Alas de Chiquinha Gonzaga, em 1899, outros gêneros foram surgindo: o samba, a marcha-rancho, a batucada e o samba-enredo. A música carnavalesca tornou-se assim um gênero específico até 1960. Recordem-se aqui canções como Cidade Maravilhosa (1935) e Mamãe eu Quero (1937). A rádio ajudou à consolidação deste gênero carnavalesco, mas a televisão, a partir da década de 70, minimizou a música carnavalesca. O aspecto visual ganhou em importância ao musical, guindando as escolas de samba e o cortejo carioca para o momento mais alto do Carnaval do Rio e de toda a quadra em qualquer lugar do Mundo. Mas o samba não morreu, prevalecendo principalmente a sua forma "enredo", animada cada vez mais pelas baterias, cujos sons foram importados já por outros gêneros musicais modernos e diferentes.
             
As escolas de samba são outra marca de identidade do Carnaval carioca. A primeira foi criada em 1928, a "Deixa Falar", no bairro de Estácio. A Praça Onze tornou-se local mítico de concentração das escolas de samba nos dias de Carnaval, incentivando-se assim, de ano para ano, graças à animação, o aparecimento de novas escolas e a formação até de campeonatos com sobe e desce de divisão. Hoje são autênticas empresas de espetáculo, devidamente registradas, muitas já com intuitos de solidariedade social. Há regras próprias dentro das escolas de samba, quer de admissão, quer de permanência, quer, em comum com as outras, de atuação dentro de um desfile de Carnaval. No entanto, são as escolas que mais animam o Carnaval, atraindo uma miríade de colaboradores ao longo do ano e um frenesi inusitado na época do Carnaval.

Além das escolas, outros baluartes da preservação e manutenção do Carnaval carioca são as Sociedades Carnavalescas, com as suas "Sumidades", funcionando como altas dignidades do rei momo. O Carnaval do Rio é também o Carnaval da liberdade, fora do sambódromo, fora dos desfiles, em passeatas em grupo (blocos, cordões, ranchos), em festas particulares e num sem número de atividades e comemorações mais ou menos licenciosas por todo o lado. Antigamente, existiam também os corsos, com desfiles de automóveis enfeitados, mas o aparecimento de automóveis fechados (e fim dos "calhambeques") acabou com esta tradição.
No Brasil, existem outras formas de Carnaval, como o da Bahía, de tradição africana (como o cortejo dos afoxés), com sonoridades e ambientes diferentes do Rio, e também os de Olinda e Recife, em Pernambuco, também no Nordeste, também animadíssimos e marcados pelas músicas de ritmo frenético e contagiante, em batidas sincopadas a par de instrumentos de sopro.

 


A Bíblia concorda com isso?


Não precisamos ir muito longe na palavra de Deus para saber que o carnaval é uma festa contrária a sua vontade. Esta festa onde tudo é liberado não diz respeito à vontade de um Deus que ama seus servos e diz que eles são templo do seu Espírito (1Cor. 3.16). E temos como principal ponto de maior impacto durante a comemoração desta festa ímpia o nosso País. Para ser mais exato o RJ e também atualmente a Bahia. Além do mais se trata de  uma festa onde muitas pessoas adulteram, se embriagam, participam de orgias, fornicações, drogas etc. Realmente podemos saber que a Bíblia é contra tais atitudes. Já que a Palavra de Deus busca preservar o matrimônio. A Bíblia também condena tais atitudes ao inferno “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”   (1Cor. 6.9-10). 
Deus nos orienta através de sua Palavra a não se contaminar com as coisas deste mundo. Principalmente quando se trata de coisas que a imorais e sodomitas. O que é algo comum para certas pessoas. Deus nos diz em sua santa Palavra: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente" (I João 2 15-17). Com toda certeza o servo de Deus sabe como agradá-lo. Fazendo a sua vontade e obedecendo a sua Palavra seremos muito bem sucedidos em tudo o que fizermos. No ano de 2008  tivemos o prazer de ver Deus no controle de tudo. Uma reportagem mostrou um carro alegórico com a imagem ou figura do diabo entrando e acenando para a platéia no carnaval. 
Mais uma vez Deus mostrou quem é que está no controle. Antes de terminar seu passeio pela avenida o carro alegórico começou a pegar fogo e teve que ir ate o final do desfile com a cabeça baixa e os braços também abaixados. Por que isso aconteceu? seria uma coincidência? A Bíblia diz que de Deus não se zomba. De certa forma, não sei talvez ousaram pensar que podiam fazer esta alegoria para representar o domínio das trevas sobre esta terra. Mais se esta foi a intenção tiveram sua esperança frustrada. Pois a Bíblia diz sobre nosso senhor Jesus Cristo: “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fl 2.9-11).
Por isso meus queridos irmãos celebrem ao Senhor com o vinho novo que foi derramado em nossos corações. E não com o velho vinho onde muitos se embriagam e afastam-se do Senhor nosso Deus.
O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comilança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc. Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma.
Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:
"O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
            Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.
"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnália. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma.
A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857). Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunimos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente suspensos." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).
A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:
"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine."

"Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama. Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor."
"O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
O Festival Dionisiano então, não parece ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?
Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio. Pensem nisso.

Evangelista Marcelo Macedo de Oliveira 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Se me afastei de Deus, é possível voltar? Como? (5/6)

Deus pode compensar o tempo perdido. (Joel 2. 25-27)


Você já desejou poder voltar o tempo? Lembre-se do exato momento em que começou a se desviar do Senhor. Que decisão sobre sua carreira ou casamento poderia ter sido diferente se você tivesse orado antes?  E quanto tempo perdeu "se divertindo" - que, no final das contas, não se mostrou tão divertido?
Não importa se isso aconteceu na semana passada ou há muitos anos; uma sensação de tempo desperdiçado é apenas uma das muitas perdas que você pode sentir quando decide se afastar de Deus.
Mas, se você se arrepender, Deus pode lhe restituir tudo! Os gafanhotos citados no primeiro capítulo de Joel haviam comido tudo - inclusive as vinhas e as pastagens. Levaria anos, talvez décadas, para tudo voltar ao normal.
Contudo, da mesma maneira que o Senhor usou os gafanhotos para trazer o povo dele de volta, pode usar as perdas que você sofreu. E, quando o povo retornou, o Senhor prometeu que iria compensá-los pelos anos de colheitas que os gafanhotos destruíram (2.25). 
Você não pode voltar o tempo. Mas Deus pode recuperar o tempo perdido. Deus finalizou o convite ao povo da época de Joel dizendo que Ele ( o Senhor Deus) era o único Deus e que nunca mais o seu povo seria humilhado (2.27). Ele faz a você o mesmo convite. Basta que lhe peça perdão e comece a trilhar o caminho do bem.

Você gostaria de voltar no tempo? Como? Por que não entregar esta situação ao Senhor?


Adaptado de Nova Biblia de Estudo da Mulher.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Livres ou cativos?






















           Vocês já devem ter se perguntado no que acreditar : Livre arbítrio ou predestinação?
Bem,  se fôssemos acreditar na predestinação defendida por Calvinistas ( o fundador da teoria era Calvino) nós iríamos  ter que anular o fato de que o sacrifício de Jesus foi para dar  liberdade a todos e não apenas alguns "escolhidos". 

"Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo" .(1 João 2:2)

  • E por que crer no livre arbítrio ou liberdade de escolha? 
Deus nos dá a oportunidade de escolher como queremos a nossa vida e se desejamos ou não que Ele faça parte dela. Contudo, toda escolha tem consequências assim como toda ação tem a sua reação.

"Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam".
( Deuteronômio 30: 19). 

"Ninguém tem o poder  de dominar o próprio espírito;  tampouco tem poder  sobre o dia da sua morte e de escapar dos efeitos da guerra;  nem mesmo a maldade  livra aqueles que a praticam." 
( Eclesiastes 8:8)

"Agora que fomos aceitos por Deus pela nossa fé nele, temos paz com ele por meio do nosso Senhor Jesus Cristo.
Foi Cristo quem nos deu, por meio da nossa fé, esta vida na graça de Deus. E agora continuamos firmes nessa graça e nos alegramos na esperança de participar da glória de Deus.
E também nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência.
A paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança.
Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu.
De fato, quando não tínhamos força espiritual, Cristo morreu pelos maus, no tempo escolhido por Deus.
Dificilmente alguém aceitaria morrer por uma pessoa que obedece às leis. Pode ser que alguém tenha coragem para morrer por uma pessoa boa.
Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado.
E, agora que fomos aceitos por Deus por meio da morte de Cristo na cruz, é mais certo ainda que ficaremos livres, por meio dele, do castigo de Deus."
( Romanos 5: 1-9)

  •     Se temos a liberdade de escolha, então que façamos bom uso dela:
  1. Esqueçamos o passado, pois viver nele só nos fará sofrer e justamente por podermos escolher que é possível mudar o hoje e o amanhã.
  2. Podemos estar com Cristo ou não, basta escolher.
  3. Podemos escolher deixar Cristo na direção das nossas vidas ou continuar pensando que conseguimos tudo sozinhos. Algumas coisas sim temos capacidade de obter sozinhos, mas há outras que só as conseguimos com auxílio de Deus.
  4.  Podemos prosseguir vivendo uma vida cristã de fachada sem experimentar realmente o que Deus tem para nós ou  escolhermos  passar na casa do oleiro para que Ele nos quebre e nos reconstrua e que assim possamos conter e transbordar da presença do Espírito Santo. Sempre existe coisas em nossas vidas que são necessárias que as mostremos ao Senhor para que possamos mudar, quantas vezes Deus quer transformar algo em nosso caráter? Quantas vezes isso tem nos atrapalhado em nossa comunhão com  Ele?
  5.  Somos livres através do sacrifício da Cruz, mas precisamos nos libertar todos os dias do pecado e negar o nosso eu para que a presença de Deus esteja mais forte e estejamos atentos ao seu querer para as nossas vidas.


Fiquem na graça e paz do senhor amados ! 

Gislaine Alves de Oliveira

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Que é a verdade?


Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum.

Joã

Disse-lhe Pilatos: Que é a verdade? E, dizendo isto, tornou a ir ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum.
João 18:38


Foi o mais próximo que Pilatos de aproximou da maior descoberta da vida. JESUS acabara de dizer-lhe que havia vindo ao mundo para dar testemunho da verdade. Isto fez com que Pilatos perguntasse: "Que é a verdade?"  (João 18:38). O astuto político Romano tinha feito a pergunta certa sobre a Pessoa certa, e a resposta estava diante dele. Mas em vez de cair de joelhos em arrependimento, confissão e fé, ele somente pôde responder concluindo: "... Eu não acho nele crime algum" (V.38)
 Cedo ou tarde, todos nós nos encontramos na posição de Pilatos, em que devemos decidir sobre o homem extraordinário, que faz uma reivindicação que nenhum outro pode fazer - que Ele é a verdade.
Por tida a história muitos lideres religiosos vieram e partiram, mas nenhum deles reivindicou ser a verdade e provou que o era ressuscitando dos mortos. Milhões de pessoas através dos séculos encontraram na vida de Jesus, em Suas palavras e em Sua ressurreição, a evidencia convincente para a Sua credibilidade. E concluíram  que conhecer a verdade inicia-se com o relacionamento pessoal com Cristo.
 Você já encontrou a resposta para a pergunta mais importante da vida: "Que é a verdade?" se não a encontrou, reflita sobre a afirmação de Jesus em João 14:6: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim."




Adaptado de Nosso andar Diário